Não sou de postar textos de outros autores. Mas desta vez achei um texto tão bom que resolvi trazê-lo para o blog.
Escrito por Juremir Machado da Silva
Luiz Inácio chegou ao fim do segundo reinado.
Quer dizer, segundo mandato.
Fez o sucessor.
A política é hereditária.
O "analfabeto" governou melhor do que o doutor.
Calou os generais.
E os generalistas.
E os generalizadores.
Restou para a direita, como no tempo do Getúlio, denunciar a corrupção,
que ela mesma sempre praticou e pouco combateu.
A cruzada moralista é a última arma da reação em desespero.
A corrupção existiu, mas não exatamente como foi denunciada.
Enriquecimento pessoal até agora não apareceu muito.
Caixa dois virou prática número um.
Os especialistas erraram tudo.
O Brasil não afundou.
Os comunistas não voltaram a comer criancinhas.
As criancinhas é que andam comendo muita gente.
Os empresários não fugiram para Miami.
Só de férias.
Luiz Inácio tem quase 90% de aprovação do povo, que de bobo não tem nada.
Matou a pau com o ProUni, o Bolsa-família, as cotas, a manutenção da política econômica e muitas boas bravatas.
Fingiu que não sabia o que sabia e se deu bem.
Elegeu Dilma, que os especialistas consideravam um poste inelegível.
Dá gosto ver o desespero da direita tentando encontrar uma tese para explicar o inexplicável.
Luiz Inácio foi tudo: pai dos pobres, mãe dos ricos, irmão dos amigos, primo pobre do Obama, amigo rico do Evo.
Ficou amiguinho do Irã, ditadura que apedreja mulheres adúlteras, para desespero dos EUA, amiguinho da Arábia Saudita, ditadura que apedreja mulheres adúlteras.
Nossa política internaciona,l enfim, ficou como a do Primeiro Mundo: uma salada maluca de interesses econômicos, ideológicos e o escambau, principamente o escambau, praticado por americanos e europeus desde sempre.
Digo mais, Luiz Inácio não é FHC, que se acha príncipe, acima do bem e do mal. Luiz Inácio se acha rei, no meio do bem e do mal, misturado com a plebe e com a turma dos camarotes.
O que isso significa?
Simples: Luiz Inácio vai voltar. Para mais dois reinados.
Quer dizer, segundo mandato.
Fez o sucessor.
A política é hereditária.
O "analfabeto" governou melhor do que o doutor.
Calou os generais.
E os generalistas.
E os generalizadores.
Restou para a direita, como no tempo do Getúlio, denunciar a corrupção,
que ela mesma sempre praticou e pouco combateu.
A cruzada moralista é a última arma da reação em desespero.
A corrupção existiu, mas não exatamente como foi denunciada.
Enriquecimento pessoal até agora não apareceu muito.
Caixa dois virou prática número um.
Os especialistas erraram tudo.
O Brasil não afundou.
Os comunistas não voltaram a comer criancinhas.
As criancinhas é que andam comendo muita gente.
Os empresários não fugiram para Miami.
Só de férias.
Luiz Inácio tem quase 90% de aprovação do povo, que de bobo não tem nada.
Matou a pau com o ProUni, o Bolsa-família, as cotas, a manutenção da política econômica e muitas boas bravatas.
Fingiu que não sabia o que sabia e se deu bem.
Elegeu Dilma, que os especialistas consideravam um poste inelegível.
Dá gosto ver o desespero da direita tentando encontrar uma tese para explicar o inexplicável.
Luiz Inácio foi tudo: pai dos pobres, mãe dos ricos, irmão dos amigos, primo pobre do Obama, amigo rico do Evo.
Ficou amiguinho do Irã, ditadura que apedreja mulheres adúlteras, para desespero dos EUA, amiguinho da Arábia Saudita, ditadura que apedreja mulheres adúlteras.
Nossa política internaciona,l enfim, ficou como a do Primeiro Mundo: uma salada maluca de interesses econômicos, ideológicos e o escambau, principamente o escambau, praticado por americanos e europeus desde sempre.
Digo mais, Luiz Inácio não é FHC, que se acha príncipe, acima do bem e do mal. Luiz Inácio se acha rei, no meio do bem e do mal, misturado com a plebe e com a turma dos camarotes.
O que isso significa?
Simples: Luiz Inácio vai voltar. Para mais dois reinados.
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